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No sábado, Chico Azevedo foi a Três Rios (RJ), a convite de um clube de leitura. As fotos mostram-no com os seus leitores e com o pessoal da Livraria A Favorita, bem decorada com sua obra para recebê-lo. 

Será que há outra livraria em Três Rios, no interior desse estado devastado pela ação criminosa de Sérgio Cabral? Talvez a livraria seja a loja favorita em todo o comércio da cidade ;).

Chico ficou encantado com o clube de leitura de Três Rios, dos mais entusiasmados e participativos. “Gente jovem de mente aberta, que me faz não perder as esperanças neste país.” No domingo, ele teve outra reunião com um clube de leitura, mas dessa vez em Copacabana. 

É um Brasil não contaminado pela ORCRIM. Até está na rede mas, porque é bom e decente, não causa polêmica, não chama atenção e, certamente, não chega até as páginas dos jornais.

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O autor de DOCE GABITO e O ARROZ DE PALMA, Francisco Azevedo, será o convidado especial da sessão de abertura do clube do livro do Gabo Café, que está montando com a Editora Record uma exposição na Fábrica Bhering em homenagem a Gabriel Garcia Márquez no aniversário de 50 anos da publicação de CEM ANOS DE SOLIDÃO. PublishNews traz detalhes sobre a programação.

DOCE GABITO, como se pode supor pelo título, é um romance tocante que paga tributo a García Márquez pelo intenso prazer literário que a vasta obra do autor colombiano propiciou a seus leitores. Para quem só conhece o Chico de O ARROZ DE PALMA, recomenda-se vivamente a leitura de DOCE GABITO, outro romance eterno, assim como será OS NOVOS MORADORES, último lançamento do autor.

 

O Giro de Livraria na Travessa de Ipanema, há poucas horas, deu muita alegria. Gratificante ver muito bem expostos tantos livros com os quais nos envolvemos piscando para os clientes da livraria. Mas, pudera, todos livros lindos, importantes, alguns verdadeiramente seminais. Muito orgulho.

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Na vitrine já pronta para o Dia da Criança, brilha FLÁVIA E O BOLO DE CHOCOLATE, de Míriam Leitão (O ESTRANHO CASO DO SONO PERDIDO ainda vem aí). Bem na entrada, à esquerda, O ARROZ DE PALMA, de Chico Azevedo, e UMA PRAÇA EM ANTUÉRPIA, de Luize Valente; andam sempre juntos esses dois. Logo em seguida, na mesma estante, O ROMANCE INACABADO DE SOFIA STERN, de Ronaldo Wrobel. Um pouco mais para dentro da loja, mas na mesma parede, A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, de Martha Batalha. Na mesa, belas pilhas de WELCOME TO COPACABANA, de Edney Silvestre, e A PRIMEIRA HISTÓRIA DO MUNDO, de Alberto Mussa.

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Isso, de ficção brasileira. De estrangeira, estavam lá FABIÁN E O CAOS, de Pedro Juan Gutierrez, romance maravilhoso passado no início da revolução cubana, e QUANDO VOLTARÁ A SER COMO NUNCA FOI, de Joachim Meyerhoff.

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De não-ficção, mais uma bela pilha de TENENTES, a pesquisa competente e boa de ler de Pedro Dória sobre o movimento tenentista, e a presença já clássica de HISTÓRIA DO FUTURO, de Míriam Leitão.

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