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Kurt Vonnegut, conhecido por seu pensamento crítico, polêmico, contestador e rebelde, foi matéria da publicação conservadora National Review. A resenha do livro COMPLETE STORIES, com a totalidade dos contos do autor, recém-publicado pela Seven Stories Press, fez críticas a vários posicionamentos de Vonnegut, mas elogiou radicalmente algumas de suas histórias. Para provar que a grande literatura pode ser lida de várias maneiras.

A resenha de COMPLETE STORIES representou a estreia da Seven Stories Press na National Review. Nunca antes um livro da engajada SSP, que VB&M representa para o Brasil, conquistara espaço na publicação. Vibraram por lá com a novidade.

Clique aqui para ler a resenha na íntegra.

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O lançamento de CONTOS COMPLETOS de Kurt Vonnegut pela Seven Stories Press é o talk of the town nos Estados Unidos, assunto de todas as seções literárias. Reproduzimos aqui o artigo do Huffington Post e a indicação da crítica da Atlantic pelo New York Times. O livro está sendo recebido como um clássico, e o prefácio de Dave Eggers é extremamente rico e instrutivo.

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A Publishers Weekly, publicação que é referência no ambiente editorial dos Estados Unidos, fez uma lista de recomendações de livros infantis a partir das reedições que saíram nessa virada de ano. Dois livros da Triangle Square, o selo de infantis da Seven Stories, mereceram destaque.

A PW recomenda fortemente A IS FOR ACTIVIST, de Innosanto Nagara, um livro de alfabetização altamente politizado. Como os EUA nunca foram tão politizados como agora, vem a calhar.

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O outro é SUN MOON STAR, único livro infantil do clássico contemporâneo Kurt Vonnegut, um favorito da agência. O autor de MATADOURO 5 conta a história do nascimento de Cristo pelo olhos do próprio bebezinho Jesus. Comoventemente lindo.

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Há muito tempo fora de catálogo, o único livro de Kurt Vonnegut para crianças, SUN MOON STAR, está voltando às livrarias americanas pela Seven Stories Press, que VB&M representa no Brasil. Originalmente lançado em 1980, o livro, uma visão originalíssima da Natividade, acaba de ganhar resenha elogiosa de Publishers Weekly, guia do mercado editorial nos EUA.

O livro de Vonnegut é de fato muito delicado, brilhante, merece todos os elogios. A história, contada pelos olhos do bebê, reflete a desorientação do Criador do Universo diante do real. Supostamente, é voltado para os leitores entre cinco e nove anos. Na verdade, é livro para todas as idades e religiões, inclusive para os ateus.

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Long out of print, Vonnegut’s only book for children—a 1980 interpretation of the Nativity story—returns in a new edition, again paired with graphic designer Chermayeff’s cutout shapes of stars, suns, and moons, set against deep blue backgrounds. The child is referred to only as It or the Creator of the Universe, and Vonnegut’s narrative dwells on the child’s disorientation having traded an existence in which “It had known all things and been all things” for the limitations of human flesh. Readers soon learn that the celestial objects the infant sees are actually people and things nearby, transformed by bleary, teary eyes and the novelty of sight itself. A crescent moon, for example, is actually “the forehead of Joseph,/ who would pretend to be the Creator’s father/ with all his heart.” Mary, the shepherds, the Wise Men, and Herod are all present or discussed, but it’s Vonnegut’s descriptions of the sheer newness of human experience (the child’s “fourth dream was simply green. It had never seen/ green/ before”) that make this an intriguing and memorable perspective on the Incarnation. Ages 5–9. (Nov.)