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Tem saído ótimas matérias sobre o policial de Carlos Marcelo, PRESOS NO PARAÍSO, que chama a atenção pela ambientação em Fernando de Noronha. Com fotos do autor na ilha, os artigos disseram que o livro tem “trama envolvente”, que se trata de um “bem-humorado romance de estreia”. Clique nos links abaixo para acessar as matérias:

Carlos Marcelo e Tusquets decidiram inovar no formato dos autógrafos de PRESOS NO PARAÍSO em BH, dia 10. Para começar, é um sábado, e ele avisa que ficará na Livraria Ouvidor, na Savassi, das 11 da manhã às duas da tarde.

A ideia é facilitar para os colegas de redação do autor no Estado de Minas, entre outros pontos levados em consideração. Além disso, as manhãs de sábado em BH são o auge do movimento em um circuito literário com livrarias de rua muito charmosas e tradicionais na cidade. Belorizontinos inteligentes não perderão a oportunidade de uma conversa com o autor desse grande, refinado, envolvente policial brasileiro, ambientado em um dos mais mágicos cenários do país, a ilha de Fernando de Noronha.

Na semana passada, na Livraria Cultura de Brasília, o lançamento de PRESOS NO PARAÍSO teve três horas de fila; CM começou a autografar às 17h e só parou depois da 20h. Centenas de amigos, umas tantas fontes desse craquíssimo jornalista, mas também muita gente que se ligou no livro pelas matérias falando de um policial ambientado em Noronha.

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Só mesmo a chegada de um livro espetacular para tirar Nelsinho Villas-Boas do abatimento profundo em que se encontra com a situação política brasileira. Para tal, não teria livro melhor do que PRESOS NO PARAÍSO, de Carlos Marcelo, que está saindo do forno pelas habilidosas mãos de Raquel Cozer, na Tusquets/Planeta de Livros Brasil.

O romance de estreia do premiado jornalista é literatura policial em sua melhor forma. Ambientado em Fernando de Noronha, tem um quê de Agatha Christie, com a ação confinada a um espaço isolado do resto do mundo, tão típica na autora inglesa. A narrativa fluida alterna muito sutilmente entre a primeira e a terceira pessoas, e os protagonistas são cativantes, Tobias e o delegado Nelsão.

Nelsão, por sinal, de quem Nelsinho é grande fã, inclui nosso chefe de segurança nos agradecimentos da obra. Apesar de figura constante no meio literário, já tendo sido até capa de A CABEÇA DO CACHORRO, de Alexandra Horowitz, é a primeira vez que Nelsinho recebe agradecimentos formais num livro. Ficou emocionado.

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A implacável e contundente denúncia do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero contra o desprezível comportamento do ministro Geddel Vieira Lima não foi suficiente para fazer o presidente Michel Temer tirá-lo do cargo. Pelo jeito, o que melhor ficará desse episódio será uma nova luz sobre a biografia do músico Renato Russo escrita por Carlos Marcelo, O FILHO DA REVOLUÇÃO, que ganhou espaço em matéria coordenada do noticiário de O Globo repercutindo mais esse capítulo de baixaria peemedebista.
A matéria ficou divertida porque os trechos da biografia abordando Geddel são divertidíssimos. A biografia é toda incrivelmente boa de ler e quanto mais divulgação, melhor.

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Renato Russo considerava o futuro ministro de Temer absolutamente “in-su-por-tá-vel”. Bloqueava sua entrada nos grupos de trabalho da escola.

Carlos Marcelo revela no livro, relançado em agosto pela Planeta, que o apelido de Geddel entre os colegas do Colégio Marista de Brasília era Suíno, um pateta gorducho que chegava para as aulas dirigindo um Opala na maior exibição, tirava péssimas notas, mas que já sabia então que seria político quando crescesse. Os brasileiros também sabem que a classe política brasileira só vem recrutando esse tipo de gente.

Na VB&M, não aprovamos usar outras espécies para agredir humanos repulsivos e de baixo nível. Não dá para chamar figuras como Dilma ou Geddel de vaca ou porco sem ofender profundamente esses animais, que, convenhamos, não merecem isso. Feita essa ressalva, Renato Russo era um gênio; além do talento musical, identificava de longe um chato oportunista, aproveitador e deslumbrado, do tipo que, adulto, será capaz de usar seu poder em cargo público para pressionar e obter vantagens privadas.

De resto, VB&M pergunta se além de manter Geddel no cargo o presidente Temer vai liberar o gabarito do edifício La Vue para agradar seu querido ministro, que comprou apartamento no 27º andar de um prédio em área autorizada a ter edificações de no máximo treze pisos, com a disposição de avacalhar de vez o centro histórico de Salvador para ter seu panorama oceânico. Caso positivo, podemos concluir que Geddel sabe muito mais a respeito de Temer do que sonha a nossa filosofia.

RR: O Brasil deveria ter levado em consideração até suas visões e ideias dos tempos de menino.

Carlos Marcelo: obrigada por essa biografia estupenda.

 

Pivô da demissão de Calero do MinC, Geddel era desafeto de Renato Russo no colégio
Passagem da biografia ‘O filho da revolução’ entrega desavença entre os dois

http://oglobo.globo.com/cultura/pivo-da-demissao-de-calero-do-minc-geddel-era-desafeto-de-renato-russo-no-colegio-20509509

 

 

 

 

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O Segundo Caderno de O Globo dedicou primeira página de sua edição dominical aos 20 anos da morte de Renato Russo, o ícone roqueiro da Legião Urbana, e todas as manifestações artísticas a que a efeméride dá direito: o livro do próprio músico descoberto e saindo pela Companhia das Letras, filme, musical, álbuns dele ou sobre ele e a nova edição da biografia seminal assinada por Carlos Marcelo, O FILHO DA REVOLUÇÃO. Passaram-se sete anos desde o lançamento da edição original pela Ediouro, que teve três reimpressões, mas nenhuma atualização.

Agora pela Planeta, o livro não foi apenas revisto por Carlos Marcelo. Ele reescreveu o texto de olho em toda a releitura feita de Renato Russo ao longo dos anos, entrevistou mais gente, como Marisa Monte, e acrescentou um capítulo final sobre os últimos dias do músico. “Mesmo doente, Renato foi perfeccionista”, disse Carlos Marcelo ao Globo. Perfeccionista é Carlos Marcelo.