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REQUIEM PARA UM SONHO AMERICANO, de Noam Chomsky, a sair em junho no Brasil pelas mãos de Ana Paula Costa, da Bertrand, já foi contratado por 13 editoras internacionais. Na Holanda, acaba de ir para a Ten Have depois de disputado leilão. Em Portugal, VB&M colocou-o na Presença em nome da Seven Stories Press, sua editora original, em Nova York. Desde Trump na presidência dos EUA, o pensamento de Chomsky ganhou nova atualidade.

China, Citic
South Korea, IDEA Publishing
Japan, Discover 21
Brazil, Bertrand
Portugal, Presença
Greece, Patakis
Italy, Ponte alle Grazie
Spain, Sixto Piso
France, Flammarion
Turkey, Inkilap
Croatia, Sandorf
Germany, Kunstmann
The Netherlands, Ten Have

O novo livro de Noam Chomsky, REQUIEM PARA O SONHO AMERICANO, que acabou de sair nos EUA pela Seven Stories Press, ganhou resenha consagradora do Huffington Post. Vale a leitura _ da resenha e do livro. No Brasil, a tradução vem com o selo da Bertrand, pelas mãos de Ana Paula Costa, em junho. Nos EUA, REQUIEM já figura em listas de mais vendidos.

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A Must-Read in Trying Times: Chomsky’s ‘Requiem for the American Dream’

Hopefully we’ll make it out the other side of Trump’s presidency, but it’s by no means a sure thing. The risks are hard to overstate.

While many books attempt to explain how we got to this political moment (somesuccessfully), Noam Chomsky’s latest, Requiem for the American Dream, provides necessary historical context.

Zooming in on ten ways that government and corporate interests have kept the American people down, Chomsky offers a compelling history that explains today’s economic and political landscape.

At 157 pages, it’s a short, beautifully put together book. Based on a 2015 documentary of the same name, the book was created and edited by the team behind the film (which is widely available, including on Netflix).

Falling Apart

America is the richest country on earth, but it’s falling apart.

In a section about attacks on social programs like Medicare and public education, Chomsky describes the intentional hallowing out of vital American institutions.

“Infrastructure has collapsed, health care is a total wreck, the educational system is being torn to shreds, nothing works,” writes Chomsky.

Instead much of the country’s vast resources have been diverted to serving dominant corporate interests. “The welfare of the population is secondary, and often not cared for at all,” writes Chomsky.

And the population knows it. That’s why you have this tremendous antagonism toward institutions – all institutions. So, support of Congress is often in the single digits; the presidency is disliked; corporations are disliked; banks are hated – it extends all over.

The collapse of the country’s institutions has led to anger and disillusionment, a climate right for the rise of an ideologue.

The Rise of an Ideologue

“For many years, I have been writing and speaking about the danger of the rise of an honest and charismatic ideologue in the United States,” writes Chomsky, in a chapter titled “Marginalize the Population.” “Someone who could exploit the fear and anger that has long been boiling in much of the society, and who could direct it away from the actual agents of malaise to vulnerable targets.”

But Chomsky admits he hadn’t envisioned Trump, who’s sort of an ideologue without an ideology, aside from his extreme prioritizing of his own self-interest.

Yet there Trump is in the Oval Office (or perhaps at Mar-a-Lago). While the anger Trump rode in on continues going largely unaddressed.

The race to capitalize on this anger is between two flawed parties, one of which Chomsky calls “the most dangerous organization in world history.”

The Republicans “are just off the spectrum… [and] have moved so far toward a dedication to the wealthy and the corporate sector that they cannot hope to get votes on their actual programs.”

Meanwhile, the Democrats are “pretty much what used to be called moderate Republicans,” writes Chomsky.

Continue a leitura no link abaixo:

http://www.huffingtonpost.com/entry/a-must-read-in-trying-times-chomskys-requiem-for_us_58f785a1e4b0c892a4fb745f

Recém-lançado nos EUA pela Seven Stories Press, o novo livro de Noam Chomsky, REQUIEM FOR THE AMERICAN DREAM, já pulou para o sexto lugar da lista de não-ficção em paperback (brochura) do New York Times, que sairá na edição de 16 de abril do jornal. No livro, Chomsky faz a análise do que considera o estado terminal da democracia norte-americana, e suas reflexões ganharam caráter de urgência depois da eleição de Donald Trump para presidente do país. Em outubro do ano passado, o texto de REQUIEM estava pronto para edição, mas o resultado eleitoral obrigou o autor à retomada da escritura.

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Boas notícias sobre o livro também do Brasil. Ana Paula Costa, na Bertrand, conta que terminou o processo editorial do miolo de RÉQUIEM PARA O SONHO AMERICANO e programou lançamento para junho.

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Ainda representamos a SSP para Portugal, e lá RÉQUIEM sairá pela Presença, editado por João Trinité. Os direitos do livro já foram vendidos para praticamente todos os territórios editoriais importantes.

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USA. Boston, Massachusetts. 2002. Professor Noam CHOMSKY.[lF][lF]Contact email: New York : photography@magnumphotos.com Paris : magnum@magnumphotos.fr London : magnum@magnumphotos.co.uk Tokyo : tokyo@magnumphotos.co.jp Contact phones: New York : +1 212 929 6000 Paris: + 33 1 53 42 50 00 London: + 44 20 7490 1771 Tokyo: + 81 3 3219 0771 Image URL: http://www.magnumphotos.com/Archive/C.aspx?VP3=ViewBox_VPage&IID=2K7O3R83XKEJ&CT=Image&IT=ZoomImage01_VForm

USA. Boston, Massachusetts. 2002 | photography@magnumphotos.com

O novo livro de Noam Chomsky, que representamos para a Seven Stories Press, REQUIEM FOR THE AMERICAN DREAM, uma análise devastadora do capitalismo e da democracia nos EUA, está vendido por enquanto para dez países.

Entre nossos clientes no Brasil e em Portugal, foi para Bertrand e Presença, que devem lançá-lo praticamente junto com a edição americana, entre abril e maio de 2017. A eleição de Donald Trump aumentou ainda mais o interesse na obra.

O Publishers MarketPlace noticiou esta semana a venda de MERCADORES DE GENTE, último livro de Loretta Napolioni, para a Ítaca, em Portugal. Isabel Castro e Silva, que fundou a editora e cuida sozinha da bela lista que vem construindo, já publicou A FÊNIX ISLAMISTA, livro anterior de Loretta, com grande sucesso na terrinha. Além de excelente literatura adulta e livros infantis de altíssima qualidade, ela vem focando em obras que questionem e dialoguem com a atual e ainda seríssima crise dos refugiados que vive a Europa.

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Em Berlim, de onde escrevo, tenho acompanhado de perto o desenrolar da situação. E é triste. Além do drama inicial da fuga, da perigosa travessia para a Europa e dos imensos obstáculos enfrentados na chegada, há um momento posterior de adaptação a um novo país, uma nova cultura, uma nova língua, combinados a uma espera longa, dura, e a uma esperança profunda de que a vida volte a andar no trilho, qualquer que seja ele. Esse pensamento me assalta por aqui a toda hora, nessa cidade à parte da Alemanha, habitada por estrangeiros de dentro e fora do país que é a capital alemã, e me põe a refletir sobre a importância de se pensar e falar sobre o assunto. Em tempos sombrios como os que vivemos, em que a intolerância parece se disseminar como praga, precisamos pensar sobre o outro. Sobre nós e sobre os outros. Tirar os olhos de nossos próprios umbigos e nos colocar no lugar do outro. O egoísmo e o desrespeito humanos são estarrecedores…

E é por isso que livros como os de Loretta Napolioni são importantes. Com linguagem acessível, ambos A FÊNIX ISLÂMICA/ISLAMISTA e MERCADORES DE GENTE dão ao leitor um panorama didático sobre a profunda crise humana que vivemos. Porque muito além de europeia, a crise dos refugiados é sintoma de uma doença da espécie, que vemos em metástase por todo o planeta. Enquanto A FÊNIX ISLÂMICA/ISLAMISTA dá o beabá do surgimento do Estado Islâmico, MERCADORES DE GENTE relata a cruel realidade da bilionária indústria do sequestro e tráfico de pessoas desenvolvida e explorada por grupos europeus em parceria a jihadistas no Oriente Médio.

No Brasil, MERCADORES DE GENTE está chegando às livrarias pelas mãos de Ana Paula Costa, na Bertrand, editora responsável também pela edição brasileira da FÊNIX. Recebemos as provas de capa e miolo recentemente e podemos garantir que o trabalho está impecável.

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Cumprida a missão da venda, ficamos na expectativa dos lançamentos. Que os livros tão cuidadosamente trabalhados possam chegar a seus leitores e neles despertar as reflexões e questionamentos que nos suscitaram. Afinal, essa é, também, mais uma das funções da literatura lato sensu.