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Alberto Mussa conversará com outros três escritores (Heloísa Seixas, Joca Terron e Santiago Nazarian) sobre seu último romance, A HIPÓTESE HUMANA, em sessão intitulada “Grandes Lançamentos”, no Café Literário da Bienal do Livro, que começa dia 31 no RioCentro. Também no Café Literário, na sessão “A Era do Imprevisto”, Miriam Leitão e Sergio Abranches discutirão política, filosofia e a árdua busca de instrumentos e referências para a compreensão do mundo contemporâneo. Edney Silvestre estará com Ruy Castro em um bate-papo sobre 90 anos de Tom Jobim. Raphael Montes estará no grupo “Cronistas”. Na programação do Encontro com Autores, diretamente do Porto, a amada portuguesinha Sofia Silva, cujo romance SORRISOS QUEBRADOS está saindo em grande estilo pela Valentina, terá enfim a oportunidade de travar pessoalmente com suas incontáveis fãs brasileiras.

Muitos clientes da VBM na Bienal do Rio oferecendo a seus leitores a oportunidade de uma conversa presencial. Todos brilhantes, com muitas ideias originais e experiências pessoais a compartilhar; eventos imperdíveis. Vale conferir a programação.

Para conferir a programação da Bienal e outras informações, clique aqui.

A Folha de S.Paulo está lançando um clube do livro genial. Com entrada gratuita, reuniões discutirão um grande romance a cada mês. O jornal publicará matérias sobre o livro, e os encontros terão mediação de um entusiasta ou especialista no autor em pauta.

Em outubro, o livro será O SENHOR DO LADO ESQUERDO, de Alberto Mussa. Diga-se que na lista já montada dos encontros, os dois brasileiros serão Beto e Machado de Assis.

Alberto Mussa é um dos nomes de maior brilho da Flip este ano, mas outros clientes da agência estarão em Paraty na próxima semana. Raphael Montes figura na programação da livraria Saraiva de ciclo de debates, e o PublishNews deu destaque.

Ainda na off-Flip, Luize Valente e Adriana Armony falarão em mesa que marcará o lançamento de A FEIRA. O novo romance de Adriana, construído em torno de um evento literário, com personagens típicos do mundo editorial, está saindo pela 7 Letras.

Anna Luiza Cardoso e Miguel Sader, ainda com o fuso horário desajustado, também se mudam para Paraty a fim de acompanhar as atividades dos autores da agência.

Vejam só que bela matéria escrita por Rodrigo Casarin, do Blog Página Cinco, rasgando a seda para o nosso querido Alberto Mussa. Ele lista sete motivos que não deixam dúvida sobre a importância da obra de Mussa para a literatura brasileira, como seu respeito pela história e pela mitologia, sua bagagem cultural e sua espetacular habilidade como narrador. Vale a pena conferir.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

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Eis aqui finalmente a caprichadíssima capa de THE INVISIBLE LIFE OF EURIDICE GUSMAO, o romance de estreia de Martha Batalha, pela OneWorld, prestes a seguir para todas as livrarias britânicas e norte-americanas. O projeto reflete o fino humor da narrativa de Martha, A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, e os elogios escolhidos para a quarta capa são precisos, estimulando a vontade de leitura. Note-se a frase de Alberto Mussa _ “afiado, seco, cáustico e inteligente” _, que figura como autor de THE MYSTERY OF RIO, nosso maravilhoso O SENHOR DO LADO ESQUERDO, publicado na Grã-Bretanha pela Europe.

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Bolívar Torres e Leonardo Lichote assinam excelente matéria, publicada n’O Globo no último sábado (10), sobre a Livraria e Edições Folha Seca, na rua do Ouvidor: goo.gl/Ru67Z1

Point de leitores, escritores, pensadores, todos boêmios, a Folha Seca funciona como um dos poucos espaços em que a cultura carioca ainda pode ser chamada assim: carioca. Num Rio de Janeiro em que o estar na rua e os encontros casuais são cada vez mais raros, o que acontece ali na Ouvidor é pura e simples resistência. Mas nada organizada! Encontro de quem vive, pensa e escreve o Rio com os pés na atualidade e a cabeça e o coração num momento pré cosmopolitização da cidade, quando o tempo não era cronometrado e o ir e vir eram apenas questão de estar. Afinal, por que não dar uma paradinha para uma gelada e um bom papo na ida ou na volta de qualquer lugar?

Foi o que aconteceu sábado, no lançamento de A HIPÓTESE HUMANA, do Alberto Mussa, belo exemplo de que o tempo é o que dele fazemos. Ao longo de uma tarde agradável, em meio a amigos e pessoas queridas, tomando uma cerveja gelada e um caldinho de ervilha, Beto assinou livros e tirou fotos com convidados e transeuntes que iam chegando e partindo, com planos ou não de chegar_ e ficar_ num lançamento. A mesa montada em frente à livraria, o autor com a caneta na mão direita e a tulipa na esquerda, vivemos ali uma daquelas tardes que me fazem sentir falta daqui todas as vezes em que vou embora. Com todos os seus problemas, que não admito serem enumerados por qualquer forasteiro, esse Rio reitera o amor que sinto por ser carioca.

 

Folha Seca

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A melhor entrevista já dada por Alberto Mussa está hoje nas páginas do caderno Pensar do Estado de Minas. O grande entrevistador _ que deu oportunidade ao Beto de revelar com clareza ímpar a sua visão do fazer literário (o seu, sem generalizações) e detalhes de seu método, além do grande sentido de sua criação e de seu último romance, A HIPÓTESE HUMANA _ foi o brilhante Carlos Marcelo, que está neste momento lançando PRESOS NO PARAÍSO, pelo selo Tusquets da Planeta.

Muito bom ver juntos dois queridíssimos autores-clientes, unidos por raro talento como escritores e, talvez tão raro quanto, pela qualidade do caráter pessoal. Representar a obra de ambos é para nós um privilégio e uma honra.

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http://www.uai.com.br/app/noticia/pensar/2017/05/26/noticias-pensar,207161/alberto-mussa-lanca-a-hipotese-humana-quarto-volume-de-compendio-m.shtml

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Olhem que foto legal desses dois rapagões, ambos escritores consagrados, Alberto Mussa e Edney Silvestre. Foi a entrevista do Beto, em sua casa, ao Edney, para o programa GloboNews Literatura, que vai ao ar sexta-feira, 19 de maio.

O tema: A HIPÓTESE HUMANA, o brilhante, para dizer o mínimo, e literário quarto título da pentalogia de mistérios do Rio, que está sendo desenvolvida pelo Beto. Pela qualidade de entrevistador e entrevistado, uma conversa enriquecedora, que estamos ansiosas para assistir.

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Repetimos o convite para o lançamento amanhã de VIBRATIONS BRASIL, coletânea de contos brasileiros unidos pela temática da música, traduzidos para o francês numa edição da Passages. Tem Alberto Mussa, José J. Veiga, Autran Dourado. Tem alguns dos melhores escritores brasileiros. Projeto de Emilie Audigier. Vejam aqui quem é ela.

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O Espaço Cultural A MAISON organiza o ciclo Quintas da Maison, voltado para assuntos da atualidade, gastronomia, fotografia, imagem e música.

A 2a quinta-feira do mês é dedicada a temática “Olhares cruzados” : o olhar de um Francês sobre o Brasil ou de um Brasileiro sobre a França.

Dia 11 de maio, o Espaço cultural A Maison recebe Emilie Audigier, Paulo da Costa de Oliveira e Márcio MM de Meirelles para uma noite de literatura e música, com o lançamento da antologia “Vibrations Brasil”, antologia de textos literários sobre música.

SOBRE O COLETIVO “VIBRATIONS BRASIL”

O coletivo “VIBRATIONS BRASIL” reune 12 textos curtos de grandes escritores brasileiros sobre a música : Paulo Lins, Alberto Mussa, Machado de Assis, Milton Hatoum, Nei Lopes, Lima Barreto, João do Rio, José J. Veiga, Autran Dourado, João Antonio, Ronaldo Correia de Brito, Beatriz Bracher.

Coletivo traduzido em francês por Emilie Audigier pela editora Passages.
SOBRE EMILIE AUDIGIER

Depois de uma formação em Letras e Profissões do Livro (Université de Provence) e experiências em diversas editoras na França (L’Aube, Chandeigne e Hoёbeke), ela coordena o Escritório do Livro da Embaixada da França em 2005.
Doutora em Letras (Universidade Federal do Rio de Janeiro e Université de Provence) em 2010, suas pesquisas focam na literatura brasileira traduzida para o francês, publicadas nos livros Traduire le même, l’autre et le soi (PUP), O trabalho da tradução (Contracapa), Retraduire en littérature de jeunesse (Peter Lang), Bestiaire fantastique des voyageurs (Arthaud), Traduire les littératures migrantes (PUP), Histoire des Traducteurs en Langue française, 20e s (Verdier), La poésie du Brésil (Chandeigne). Traduziu na França escritores lusófonos como Ronaldo Correia de Brito, Ondjaki, Daniel Galera, Valter Hugo Mãe, entre outros.
Ela mora no Brasil onde ensina e coordena uma coleção de ficção curta na Editora Passage(s).
Quintas da Maison – Olhares cruzados – Lançamento da antologia “Vibrations Brasil” (ed. Passage(s))

Entrada franca, evento em português, sujeito a lotação.
Espaço cultural A Maison – Avenida Presidente Antônio Carlos, 58 – 11 andar.

Na sexta-feira, fim de tarde, VB&M recebeu a visita de Emilie Audigier, que colabora com a Passage(s). Emilie trouxe seu bebê Ruben, um lindo franco-brasileiro de oito meses, e nosso exemplar de VIBRATIONS BRASIL, reunião de contos e crônicas brasileiros sobre música ou nos quais o elemento musical tem parte importante, por ela reunidos e traduzidos para a editora francesa.

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VIBRATIONS BRASIL é uma joia, doze textos pegando desde Machado de Assis, João do Rio e Lima Barreto, passando por Autran Dourado e José J.Veiga, “Os cavalinhos de Platiplanto” e “O triste destino de Emílio Amorim”, estes da VB&M, e chegando até autores contemporâneos como Milton Hatoum e Alberto Mussa, com “A vingança inesperada de Maria do Pote”, este também cliente, como se sabe. O volume traz uma apresentação de Emilie com sua concepção da obra, “Sobre a música antes de tudo!”, um posfácio da professora Fernanda Coutinho, “E a literatura do Brasil se apaixonou pela música”, notas bio-bibliográficas sobre os autores e uma rica lista com “referências e orientações bibliográficas” indicando antologias de literatura brasileira publicadas na França e no Brasil, além dos títulos dos quais se extraíram as histórias do livro. VIBRATIONS BRASIL precisa sair no Brasil com os textos originais das histórias e crônicas selecionadas por Emilie Audigier.

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