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O belo trabalho de Aída Veiga e Cassiano Machado, trazendo o autor de HIGH HITLER ao Brasil, ajudou muito a colocar o livro de Norman Ohler na lista de mais vendidos do PublishNews já na primeira semana do lançamento. Dizemos “ajudou” porque é espetacular a investigação de Ohler sobre a política de drogas do III Reich, que usava e abusava de anfetaminas para estimular os soldados alemães nos fronts da II Guerra Mundial. Além disso, o livro documenta como Adolf Hitler passou todo e cada dia do longo período da guerra completamente doidão. Merece lista, já conquistada não só na Alemanha como também nos EUA. Agora no Brasil.

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Começamos o dia com o coração pesado pela morte de Jorge Bastos Moreno. Não só o admirávamos como escritor, talentoso jornalista e homem boníssimo que era, nós o tínhamos um pouco como padrinho.

A publicação pela Rocco de seu criativo A HISTÓRIA DE MORA: A SAGA DE ULYSSES GUIMARÃES foi o primeiríssimo contrato intermediado pela VB&M, datado de 15 de março de 2012 . As atividades da agência só começariam oficialmente em 2 de abril.

Afora o grupo firme e duro que veio da Editora Record (Beto Mussa, Chico Azevedo, Edney, João Almino, Luize Valente, Miguel Sanches, Míriam Leitão, Rafael Cardoso _ com Lúcio _, Ronaldo Wrobel e Sérgio Abranches), Moreno foi o primeiro escritor para além de nosso círculo a nos procurar para que o representássemos literariamente. A HISTÓRIA DE MORA, que vinha se desenvolvendo nas edições do Globo aos domingos, era seu primeiro projeto literário.

Paulo Rocco logo identificou ali um livro importante para a história do Brasil e foi o primeiro a procurá-lo por meio de Eugênia Vieira, que então trabalhava em sua editora. Muito sensível, pouco apegado às coisas práticas, Moreno quis que a agência negociasse e formulasse o contrato de publicação de MORA com a editora.

MORA, para quem não sabe ou se lembra, era a mulher de Ulysses Guimarães, de quem Moreno sempre foi próximo, tendo atuado inclusive como seu assessor. Mora-Moreno, os nomes uniam, ligavam afetivamente e propiciavam jogos de palavras.

A trajetória de Ulysses, que precisa ser conhecida para a devida compreensão do Brasil, é contada por Moreno com inteligência e humor do ponto de vista de Mora, dando à narrativa um caráter literário. Vale ler MORA para atenuar saudades do Moreno.

 

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(LVB)

A revista GoWhere dedicou quatro páginas aos livros de César Souza, com chamada na capa para a matéria “O que está tirando o sono dos empresários brasileiros”. Além da revista, hoje à noite César estará no ContaCorrente da GloboNews e, no dia 18, irá ao ar ótima entrevista na Rádio Mundial de São Paulo toda sobre seu último lançamento JOGUE A SEU FAVOR.

Para acessar a matéria, clique aqui.

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Reproduzindo o G1, PublishNews noticia que a Feira do Livro de Joinville contará com a presença de Walcyr Carrasco e Míriam Leitão. Dois maravilhosos autores de literatura infantil, ficção adulta e crônicas. Pelas crônicas, vemos que além de exímios ficcionistas, Walcyr, na revista Época, e Míriam, no Blog do Matheus e no jornal O Globo, estão entre os pensadores mais afiados com quem o Brasil pode contar.

A 14ª edição da Feira do Livro de Joinville terá escritores, artistas e dramaturgos de renome. O evento ocorre de 8 a 18 de junho, com entrada franca, no Expocentro Edmundo Doubrawa (Av. José Vieira, 315, América – Joinville / SC). O escritor e dramaturgo Walcyr Carrasco, a jornalista Miriam Leitão e o ator e escritor de livros infantis Lázaro Ramos estão confirmados na programação. O evento tem como tema Artes, Literatura e Tecnologia. Até sexta-feira (26), 34 palestrantes estavam confirmados. Além de bate-papos, os convidados participam de painéis de debate, sessões de autógrafos e premiações. Também estão previstas apresentações musicais, teatrais, de dança, além de qualificação, com seminários de capacitação e oficinas. A programação completa está disponível no site do evento. A feira fica aberta das 9h às 21h de segunda a sábado e domingos das 10h às 20h.

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/feira-do-livro-de-joinville-tera-lazaro-ramos-walcyr-carrasco-e-miriam-leitao.ghtml

EDNEY

Outro destaque maravilhoso da Revista de Divulgação Cultural é a entrevista que Maicon Tenfen fez com Edney Silvestre. Mostra que Edney é craque como entrevistado, não só como entrevistador. Ele teve a sorte que dá a quem lhe concede entrevistas: encontrou um interlocutor brilhante.

Muito bom para um autor dar entrevista para a RDC. A matéria que segue coordenada ao final, “A biblioteca Silvestre”, com os principais títulos do Edney, ficou uma graça e utilíssima.

Clique aqui para acessar a matéria.

 

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Patricia Kogut noticiou o projeto da TV Globo de adaptar o belíssimo romance de estreia de Edney Silvestre, SE EU FECHAR OS OLHOS AGORA, para minissérie. O roteirista Ricardo Linhares está trabalhando na adaptação. Será uma minissérie retumbante. O romance, muito pungente, é também extremamente visual, a imagem do Brasil ingênuo (sempre cruel) da década de 60.

Luciana Villas-Boas foi entrevistada por Rogéria Gomes para o programa Perfil, veiculado pela TV Alerj. Na pauta, sua carreira de jornalista, editora e agora agente literária e sua visão do mercado editorial.

Não bastassem suas mil atividades como comentarista econômica para jornal, rádio e TV, escritora de não-ficção, romance e livros infantis, cronista dominical no Blog do Matheus, Míriam encontra tempo para somar no lançamento de DIÁRIOS DA PRESIDÊNCIA – 1999-2000, de Fernando Henrique Cardoso (Companhia das Letras). Vai entrevistar o ex-presidente na Livraria da Travessa, no Leblon, dia 6, às 19h. Não dá para perder: tanta inteligência junta, não encontramos por aí facilmente.

Diários da presidência - Travessa

Na sexta-feira, fim de tarde, VB&M recebeu a visita de Emilie Audigier, que colabora com a Passage(s). Emilie trouxe seu bebê Ruben, um lindo franco-brasileiro de oito meses, e nosso exemplar de VIBRATIONS BRASIL, reunião de contos e crônicas brasileiros sobre música ou nos quais o elemento musical tem parte importante, por ela reunidos e traduzidos para a editora francesa.

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VIBRATIONS BRASIL é uma joia, doze textos pegando desde Machado de Assis, João do Rio e Lima Barreto, passando por Autran Dourado e José J.Veiga, “Os cavalinhos de Platiplanto” e “O triste destino de Emílio Amorim”, estes da VB&M, e chegando até autores contemporâneos como Milton Hatoum e Alberto Mussa, com “A vingança inesperada de Maria do Pote”, este também cliente, como se sabe. O volume traz uma apresentação de Emilie com sua concepção da obra, “Sobre a música antes de tudo!”, um posfácio da professora Fernanda Coutinho, “E a literatura do Brasil se apaixonou pela música”, notas bio-bibliográficas sobre os autores e uma rica lista com “referências e orientações bibliográficas” indicando antologias de literatura brasileira publicadas na França e no Brasil, além dos títulos dos quais se extraíram as histórias do livro. VIBRATIONS BRASIL precisa sair no Brasil com os textos originais das histórias e crônicas selecionadas por Emilie Audigier.

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Ficou pronto o catálogo da Books at Berlinale. Doze livros _ na nossa opinião quase todos fascinantes _, que serão apresentados a 126 produtores cinematográficos dos mais variados países, credenciados no programa organizado pelo festival de cinema de Berlim em parceria com a feira do livro de Frankfurt. Entre os 12, O REMANESCENTE, de Rafael Cardoso, que conta como romance a história real de Hugo Simon, banqueiro alemão, judeu e socialista, ministro das Finanças na República de Weimar, colecionador de arte e descobridor de gênios como Kokoschka e Munch, agricultor de preocupações ecológicas já nas décadas de 20 e 30, que morreu quase pobre no Brasil depois de trágica fuga da tirania nazista. Rafael é bisneto de Hugo Simon.

A ideia dos organizadores da Berlinale é aproximar o mundo da produção audiovisual ao pessoal do livro, que pode oferecer um manancial de belas histórias para o cinema. O grande evento de apresentação das obras é na terça-feira, 14 de fevereiro.

Luciana embarca para Berlim já nesta sexta a fim de participar de todas as reuniões preparatórias, mas também para usufruir do acesso livre à exibição de filmes e a instigantes mesas de debates, como as promovidas pelo Instituto Cervantes e a Conferência Cinematográfica Ibero-Americana de Berlim, inclusive uma em homenagem ao crítico brasileiro José Carlos Avellar, recentemente falecido.

Submetemos vários títulos de nossa lista a Books at Berlinale, foi selecionado O REMANESCENTE. Na rodada final da seleção, eram 130 candidatos para essas 12 vagas.

Luciana está nervosa pela responsabilidade de defender com competência a relevância de O REMANESCENTE como obra cinematográfica diante de tantos produtores de cinema de primeira linha, mas acredita que a força histórica e psicológica de Hugo Simon facilitará seu trabalho. VBM está orgulhosa de participar de Books at Berlinale, acompanhada de algumas da mais conceituadas editoras e agências literárias do mundo todo. Além de nós, pelo Brasil, agências da Alemanha, Bélgica, Grã-Bretanha e Finlândia; editoras alemã, finlandesa, duas francesas, uma holandesa e uma suíça.

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