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A Sesi-SP Editora fez um cartaz muito lindinho para chamar para o lançamento de A GÓTICA QUE NÃO GOSTAVA DE FANTASMAS, de Regina Drummond e Giulia Moon, no dia 14, próxima quinta-feira, na Cultura do Conjunto Nacional. O livro também é maravilhoso, muito paulistano, em grande parte ambientado no mundo cosplay de SP. A nós parece impossível ser adolescente e não amar a narrativa da Regina e da Giulia, uma Gata Borralheira contemporânea de imenso charme.

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Leitores de língua inglesa, como nós, estão encantados por Eurídice Gusmão. Ao receber a resenha de THE INVISIBLE LIFE OF EURIDICE GUSMAO publicada no site The Book Bag, nos emocionamos lembrando de toda a trajetória internacional de Martha Batalha, querida autora da agência. O sucesso de A VIDA INVISIVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, lançado no Brasil pela Companhia das Letras, é mais do que merecido. Vida longa a Eurídice!

“Batalha writes in a unique, darkly humorous style that despite its often-satirical tone, remains a realistic, vivid picture of life in a particular city at a particular time.”

 

“I was convinced that Euridice Gusmao could be any woman in her time and place, of her class but simultaneously that she was her own person, with a fierce sense of individuality of spirit that even her overbearing husband ultimately failed to quash.”

 

Alberto Mussa conversará com outros três escritores (Heloísa Seixas, Joca Terron e Santiago Nazarian) sobre seu último romance, A HIPÓTESE HUMANA, em sessão intitulada “Grandes Lançamentos”, no Café Literário da Bienal do Livro, que começa dia 31 no RioCentro. Também no Café Literário, na sessão “A Era do Imprevisto”, Miriam Leitão e Sergio Abranches discutirão política, filosofia e a árdua busca de instrumentos e referências para a compreensão do mundo contemporâneo. Edney Silvestre estará com Ruy Castro em um bate-papo sobre 90 anos de Tom Jobim. Raphael Montes estará no grupo “Cronistas”. Na programação do Encontro com Autores, diretamente do Porto, a amada portuguesinha Sofia Silva, cujo romance SORRISOS QUEBRADOS está saindo em grande estilo pela Valentina, terá enfim a oportunidade de travar pessoalmente com suas incontáveis fãs brasileiras.

Muitos clientes da VBM na Bienal do Rio oferecendo a seus leitores a oportunidade de uma conversa presencial. Todos brilhantes, com muitas ideias originais e experiências pessoais a compartilhar; eventos imperdíveis. Vale conferir a programação.

Para conferir a programação da Bienal e outras informações, clique aqui.

Saiu hoje espetacular resenha em inglês de EM NOME DOS PAIS, de Matheus Leitão, no Brazil Talk. Trata-se de uma plataforma online criada por alunos da Universidade de Columbia, em Nova York, para o debate de temas brasileiros. Publicada pela Intrínseca, a narrativa de Matheus ganhou um rico comentário assinado por Mario Saraiva, que ilustra com notas de pé de página todas as referências que podem ser menos conhecidas ao leitor de fora do Brasil. Belas fotografias acompanham a edição.

Vejam esse parágrafo:

“Inteligentemente, Leitão transmite uma mensagem multigeracional, convidando ao diálogo a geração de seus pais e a nossa. O diálogo é uma ponte entre pessoas, ideias e épocas. Infelizmente, muitas vezes pontes são derrubadas pelos ataques daqueles que não querem compreender o outro lado. Extremismo (de direita ou esquerda) não é saudável numa democracia. O diálogo honesto tem poder de cura.”

Para ler a resenha na íntegra, clique aqui.

Alberto Mussa é um dos nomes de maior brilho da Flip este ano, mas outros clientes da agência estarão em Paraty na próxima semana. Raphael Montes figura na programação da livraria Saraiva de ciclo de debates, e o PublishNews deu destaque.

Ainda na off-Flip, Luize Valente e Adriana Armony falarão em mesa que marcará o lançamento de A FEIRA. O novo romance de Adriana, construído em torno de um evento literário, com personagens típicos do mundo editorial, está saindo pela 7 Letras.

Anna Luiza Cardoso e Miguel Sader, ainda com o fuso horário desajustado, também se mudam para Paraty a fim de acompanhar as atividades dos autores da agência.

Vejam só que bela matéria escrita por Rodrigo Casarin, do Blog Página Cinco, rasgando a seda para o nosso querido Alberto Mussa. Ele lista sete motivos que não deixam dúvida sobre a importância da obra de Mussa para a literatura brasileira, como seu respeito pela história e pela mitologia, sua bagagem cultural e sua espetacular habilidade como narrador. Vale a pena conferir.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

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A última coluna de Raphael Montes n’O Globo deu o que falar. É que, sempre na luta pela literatura “de entretenimento”, desprezada pela crítica brasileira porque vende e não propõe complexas experiências literário-estéticas, ele saiu na defesa dos novos autores brasileiros que escrevem para nos entreter com uma boa história. Ponto. E não digo simples assim porque de simples não tem nada! Pois bem, entre os novos nomes recomendados por ele, está sua colega de agência Andrea Nunes, cujo thriller A CORTE INFILTRADA, em que nosso sistema judiciário aparece desnudado_ qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência!_, foi recentemente publicado pela Buzz Editora, do editor Anderson Cavalcante. Livrão, cujo posto na lista do Rapha é mais do que merecido. Sucesso, Andrea!

Para ler a coluna na íntegra, clique aqui.

 

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No próximo sábado, das 15h às 18h, Índigo lança seu novo livro, MARIA ANTONIETA E O GNOMO, na Livraria da Vila da Fradique Coutinho. Vai ter oficina de gnomos para as crianças. Quem levar seu gnomo de estimação ganha um mimo muito legal.

Dizer que o livro é maravilhoso simplesmente não exprime o humor agudo e terno, delirante e irresistível, de Índigo, particularmente nessa narrativa. Maria Antonieta é uma personagem muito, muito querida.

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O belo trabalho de Aída Veiga e Cassiano Machado, trazendo o autor de HIGH HITLER ao Brasil, ajudou muito a colocar o livro de Norman Ohler na lista de mais vendidos do PublishNews já na primeira semana do lançamento. Dizemos “ajudou” porque é espetacular a investigação de Ohler sobre a política de drogas do III Reich, que usava e abusava de anfetaminas para estimular os soldados alemães nos fronts da II Guerra Mundial. Além disso, o livro documenta como Adolf Hitler passou todo e cada dia do longo período da guerra completamente doidão. Merece lista, já conquistada não só na Alemanha como também nos EUA. Agora no Brasil.

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Começamos o dia com o coração pesado pela morte de Jorge Bastos Moreno. Não só o admirávamos como escritor, talentoso jornalista e homem boníssimo que era, nós o tínhamos um pouco como padrinho.

A publicação pela Rocco de seu criativo A HISTÓRIA DE MORA: A SAGA DE ULYSSES GUIMARÃES foi o primeiríssimo contrato intermediado pela VB&M, datado de 15 de março de 2012 . As atividades da agência só começariam oficialmente em 2 de abril.

Afora o grupo firme e duro que veio da Editora Record (Beto Mussa, Chico Azevedo, Edney, João Almino, Luize Valente, Miguel Sanches, Míriam Leitão, Rafael Cardoso _ com Lúcio _, Ronaldo Wrobel e Sérgio Abranches), Moreno foi o primeiro escritor para além de nosso círculo a nos procurar para que o representássemos literariamente. A HISTÓRIA DE MORA, que vinha se desenvolvendo nas edições do Globo aos domingos, era seu primeiro projeto literário.

Paulo Rocco logo identificou ali um livro importante para a história do Brasil e foi o primeiro a procurá-lo por meio de Eugênia Vieira, que então trabalhava em sua editora. Muito sensível, pouco apegado às coisas práticas, Moreno quis que a agência negociasse e formulasse o contrato de publicação de MORA com a editora.

MORA, para quem não sabe ou se lembra, era a mulher de Ulysses Guimarães, de quem Moreno sempre foi próximo, tendo atuado inclusive como seu assessor. Mora-Moreno, os nomes uniam, ligavam afetivamente e propiciavam jogos de palavras.

A trajetória de Ulysses, que precisa ser conhecida para a devida compreensão do Brasil, é contada por Moreno com inteligência e humor do ponto de vista de Mora, dando à narrativa um caráter literário. Vale ler MORA para atenuar saudades do Moreno.

 

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(LVB)