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É a voz de Maicon Tenfen na Veja. Para nós, ele diz, com brilho e graça, o óbvio. Mas nos dias de hoje tudo que é evidente torna-se motivo de gritaria na rede. Infelizmente nunca foi tão necessário repetir o óbvio. Felizmente para o Maicon, que já está entre os colunistas mais lidos da revista. 

Seu último comentário sobre a onda de denúncias de assédio sexual está uma delícia. No final, ele usa o conceito correto: histeria.

Quem tem um mínimo de contato com os EUA sabe que se trata de um país histérico. Pelo menos dois episódios de sua história demonstram a tese cabalmente: as Feiticeiras de Salem, da época colonial, transformado em peça clássica de Arthur Miller, e o macartismo da década de 50. Ambos episódios ancorados no puritanismo hipócrita que fundou a nação. 

Muito despistado quem não perceber a semelhança do momento atual com as acusações infundadas e falsas de crimes religiososo, sexuais ou políticos de épocas passadas. Tragédia é a mania brasileira de só adotar, adquirir, importar os que os EUA têm de pior _ pela esquerda ou pela direita, na cultura, na política e na economia. 

Passamos batido pelos muitos, inegáveis e inequívocos méritos da sociedade americana. Mas o politicamente correto mais histérico e contraprodutivo, os argumentos da luta contra o racismo que só se aplicam à experiência americana e que nada servem para combater a nossa forma de desigualdade e discriminação racial, o feminismo puritano e antierótico voltado contra os homens, que também em nada somam para uma convivência de harmonia e cooperação entre os sexos _ isso tudo, opa, é conosco mesmo junto com bonecas Barbie, McDonald’s e filmes de Hollywood de quinta categoria.

Clique aqui para ler a coluna de Maicon Tenfen na íntegra.

O Prêmio Sesc de Literatura deste ano foi para um grande livro ÚLTIMA HORA, de José de Almeida Jr. A Record está publicando a obra em sua tradicional parceria de décadas com o Serviço Social do Comércio. Em ÚLTIMA HORA, o protagonista vive uma crise existencial em grande parte consequência da luta política e ideológica travada no Brasil nos anos 1950, tendo como pano de fundo a redação do jornal criado por Samuel Wainer. A cerimônia da premiação será dia 28 de novembro, às 19h30, na sede do Sesc em São Paulo.

José de Almeida Jr, cliente da VB&M, tem novo livro engatilhado. Também inserido na história do Brasil com inúmeros personagens reais. É um projeto até anterior a ÚLTIMA HORA, mas finalizado só recentemente.

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O lançamento de SONATA EM AUSCHWITZ, de Luize Valente, na Travessa do Leblon, ontem à noite, foi estrepitoso. A fila do autógrafo, embalada pela sonata composta para o livro, atravessou toda a grande área da livraria até a porta de entrada das sete às onze da noite. Da VBM, além da presença de Luciana, Anna Luiza e Lara, compareceram os colegas de Luize Chico Azevedo, Alberto Mussa, Míriam Leitão (tida como o maior pé quente de lançamento, todo mundo chegava à Luize dizendo “a Míriam Leitão está há mais de uma hora na filha), Sérgio Abranches, Ronaldo Wrobel e FML Pepper, que ainda arrastou o marido economista, o querido Alexandre, de muletas por conta de uma cirurgia no joelho.

Hoje é em São Paulo, na Blooks da Frei Caneca. Vai ser um show também, porque os fãs de Luize vão além do seu grande círculo de amizades _ da família, do colégio, da Globo, do meio literário. Ontem mesmo uma menina de 13 anos, vinda de muito longe do Leblon, compareceu ao lançamento com o pai para pegar o autógrafo de Luize no exemplar comprado para uma amiguinha, que pediu o livro de de presente de aniversário, as duas muito interessas e imersas na história do Holocausto.

Luize e Luciana na foto celebraram o lançamento do livro. 

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A Editora Gente publicou um belo poster na newsletter PublishNews anunciando A IRMÃ, de Louise Jensen, autora que representamos para o Brasil em nome da super agente italiana baseada em Londres, Lorella Belli. Para quem gosta de thriller psicológico, A IRMÃ é pedida certa.

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A Sesi-SP Editora fez um cartaz muito lindinho para chamar para o lançamento de A GÓTICA QUE NÃO GOSTAVA DE FANTASMAS, de Regina Drummond e Giulia Moon, no dia 14, próxima quinta-feira, na Cultura do Conjunto Nacional. O livro também é maravilhoso, muito paulistano, em grande parte ambientado no mundo cosplay de SP. A nós parece impossível ser adolescente e não amar a narrativa da Regina e da Giulia, uma Gata Borralheira contemporânea de imenso charme.

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Leitores de língua inglesa, como nós, estão encantados por Eurídice Gusmão. Ao receber a resenha de THE INVISIBLE LIFE OF EURIDICE GUSMAO publicada no site The Book Bag, nos emocionamos lembrando de toda a trajetória internacional de Martha Batalha, querida autora da agência. O sucesso de A VIDA INVISIVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, lançado no Brasil pela Companhia das Letras, é mais do que merecido. Vida longa a Eurídice!

“Batalha writes in a unique, darkly humorous style that despite its often-satirical tone, remains a realistic, vivid picture of life in a particular city at a particular time.”

 

“I was convinced that Euridice Gusmao could be any woman in her time and place, of her class but simultaneously that she was her own person, with a fierce sense of individuality of spirit that even her overbearing husband ultimately failed to quash.”

 

Alberto Mussa conversará com outros três escritores (Heloísa Seixas, Joca Terron e Santiago Nazarian) sobre seu último romance, A HIPÓTESE HUMANA, em sessão intitulada “Grandes Lançamentos”, no Café Literário da Bienal do Livro, que começa dia 31 no RioCentro. Também no Café Literário, na sessão “A Era do Imprevisto”, Miriam Leitão e Sergio Abranches discutirão política, filosofia e a árdua busca de instrumentos e referências para a compreensão do mundo contemporâneo. Edney Silvestre estará com Ruy Castro em um bate-papo sobre 90 anos de Tom Jobim. Raphael Montes estará no grupo “Cronistas”. Na programação do Encontro com Autores, diretamente do Porto, a amada portuguesinha Sofia Silva, cujo romance SORRISOS QUEBRADOS está saindo em grande estilo pela Valentina, terá enfim a oportunidade de travar pessoalmente com suas incontáveis fãs brasileiras.

Muitos clientes da VBM na Bienal do Rio oferecendo a seus leitores a oportunidade de uma conversa presencial. Todos brilhantes, com muitas ideias originais e experiências pessoais a compartilhar; eventos imperdíveis. Vale conferir a programação.

Para conferir a programação da Bienal e outras informações, clique aqui.

Saiu hoje espetacular resenha em inglês de EM NOME DOS PAIS, de Matheus Leitão, no Brazil Talk. Trata-se de uma plataforma online criada por alunos da Universidade de Columbia, em Nova York, para o debate de temas brasileiros. Publicada pela Intrínseca, a narrativa de Matheus ganhou um rico comentário assinado por Mario Saraiva, que ilustra com notas de pé de página todas as referências que podem ser menos conhecidas ao leitor de fora do Brasil. Belas fotografias acompanham a edição.

Vejam esse parágrafo:

“Inteligentemente, Leitão transmite uma mensagem multigeracional, convidando ao diálogo a geração de seus pais e a nossa. O diálogo é uma ponte entre pessoas, ideias e épocas. Infelizmente, muitas vezes pontes são derrubadas pelos ataques daqueles que não querem compreender o outro lado. Extremismo (de direita ou esquerda) não é saudável numa democracia. O diálogo honesto tem poder de cura.”

Para ler a resenha na íntegra, clique aqui.

Alberto Mussa é um dos nomes de maior brilho da Flip este ano, mas outros clientes da agência estarão em Paraty na próxima semana. Raphael Montes figura na programação da livraria Saraiva de ciclo de debates, e o PublishNews deu destaque.

Ainda na off-Flip, Luize Valente e Adriana Armony falarão em mesa que marcará o lançamento de A FEIRA. O novo romance de Adriana, construído em torno de um evento literário, com personagens típicos do mundo editorial, está saindo pela 7 Letras.

Anna Luiza Cardoso e Miguel Sader, ainda com o fuso horário desajustado, também se mudam para Paraty a fim de acompanhar as atividades dos autores da agência.

Vejam só que bela matéria escrita por Rodrigo Casarin, do Blog Página Cinco, rasgando a seda para o nosso querido Alberto Mussa. Ele lista sete motivos que não deixam dúvida sobre a importância da obra de Mussa para a literatura brasileira, como seu respeito pela história e pela mitologia, sua bagagem cultural e sua espetacular habilidade como narrador. Vale a pena conferir.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

MUSSA