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Tem saído ótimas matérias sobre o policial de Carlos Marcelo, PRESOS NO PARAÍSO, que chama a atenção pela ambientação em Fernando de Noronha. Com fotos do autor na ilha, os artigos disseram que o livro tem “trama envolvente”, que se trata de um “bem-humorado romance de estreia”. Clique nos links abaixo para acessar as matérias:

Carlos Marcelo e Tusquets decidiram inovar no formato dos autógrafos de PRESOS NO PARAÍSO em BH, dia 10. Para começar, é um sábado, e ele avisa que ficará na Livraria Ouvidor, na Savassi, das 11 da manhã às duas da tarde.

A ideia é facilitar para os colegas de redação do autor no Estado de Minas, entre outros pontos levados em consideração. Além disso, as manhãs de sábado em BH são o auge do movimento em um circuito literário com livrarias de rua muito charmosas e tradicionais na cidade. Belorizontinos inteligentes não perderão a oportunidade de uma conversa com o autor desse grande, refinado, envolvente policial brasileiro, ambientado em um dos mais mágicos cenários do país, a ilha de Fernando de Noronha.

Na semana passada, na Livraria Cultura de Brasília, o lançamento de PRESOS NO PARAÍSO teve três horas de fila; CM começou a autografar às 17h e só parou depois da 20h. Centenas de amigos, umas tantas fontes desse craquíssimo jornalista, mas também muita gente que se ligou no livro pelas matérias falando de um policial ambientado em Noronha.

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Nas colunas de ontem de Sonia Racy, no Estado de S.Paulo, e Ancelmo Góis, Globo, NEVE NA MANHÃ DE S. PAULO, de José Roberto Walker. Ambas lembram o centenário da notória garçoniére modernista de Oswald de Andrade, cenário principal do livro, onde acontece o caso de amor entre o escritor e a jovem normalista chamada de Miss Cyclone.

O romance biográfico escrito por Walker chegou às livrarias no fim de semana. O lançamento com noite de autógrafos em São Paulo vem aí e será um estouro.

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Rohit Bhargava, editor e fundador da IdeaPress, autor do super best seller de negócios NON-OBVIOUS, estará em São Paulo na próxima semana para falar no Wired Festival. O livro de Bhargava revela o método ideal de olhar os fatos, visando a encontrar o que não está obviamente dado, a fim de “curar” ou maturar as ideias e poder prever os próximos passos. O subtítulo diz precisamente: “how to think different, curate ideas and predict the future”. Representamos os direitos de Bhargava no Brasil em nome da 2-Seas Agency.

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Brazilian rights to Guillaume Zeller’s LA BARAQUE DES PRETRES, to Luciana Pinski at Contexto, by Villas-Boas & Moss Literary Agency, on behalf of L’Autre Agence.

PublishersMarketplace anunciou a contratação dos direitos de LA BARAQUE DES PRÊTRES, de Guillaume Zeller, pela brilhante editora Luciana Pinsky, da Contexto. Livro da Tallandier na França, que VB&M representa para o Brasil em nome de L’Autre Agence, terá como título na edição da Contexto OS PADRES E O NAZISMO, excelente solução encontrada por Luciana, pois a tradução literal certamente não soaria bem em português. Trata-se de um relato avassalador da experiência dos padres que resistiram ao nazismo e foram presos em Dachau entre 1940 e 1945, um desafio a fé que a maioria deles encarou. No campo de concentração, eles ficavam numa área separada dos outros prisioneiros, que ficou conhecida como “o barracão dos padres”, daí o título original.

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Alguns desses padres foram canonizados desde então, mas esse capítulo do Holocausto permanece bastante desconhecido. A caixa de horrores do nazismo a cada novo dia confirma-se inesgotável, mas é fundamental que se continue a publicar e filmar a respeito daqueles tempos apocalípticos: única maneira de as pessoas não se acomodarem aos confortos dos tempos de paz e lembrarem sempre a que horrores e com qual facilidade a humanidade é capaz de chegar.

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Reproduzindo o G1, PublishNews noticia que a Feira do Livro de Joinville contará com a presença de Walcyr Carrasco e Míriam Leitão. Dois maravilhosos autores de literatura infantil, ficção adulta e crônicas. Pelas crônicas, vemos que além de exímios ficcionistas, Walcyr, na revista Época, e Míriam, no Blog do Matheus e no jornal O Globo, estão entre os pensadores mais afiados com quem o Brasil pode contar.

A 14ª edição da Feira do Livro de Joinville terá escritores, artistas e dramaturgos de renome. O evento ocorre de 8 a 18 de junho, com entrada franca, no Expocentro Edmundo Doubrawa (Av. José Vieira, 315, América – Joinville / SC). O escritor e dramaturgo Walcyr Carrasco, a jornalista Miriam Leitão e o ator e escritor de livros infantis Lázaro Ramos estão confirmados na programação. O evento tem como tema Artes, Literatura e Tecnologia. Até sexta-feira (26), 34 palestrantes estavam confirmados. Além de bate-papos, os convidados participam de painéis de debate, sessões de autógrafos e premiações. Também estão previstas apresentações musicais, teatrais, de dança, além de qualificação, com seminários de capacitação e oficinas. A programação completa está disponível no site do evento. A feira fica aberta das 9h às 21h de segunda a sábado e domingos das 10h às 20h.

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/feira-do-livro-de-joinville-tera-lazaro-ramos-walcyr-carrasco-e-miriam-leitao.ghtml

Reproduzimos aqui o artigo primoroso do senador Cristovam Buarque, cliente da VBM, no Globo de hoje.

ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL O GLOBO, EM 27/05/2017

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Rejuvenescer a juventude

Senador pelo PPS-DF e professor emérito da Universidade de Brasília (UnB)

Há momentos em que as ideias precisam de pleonasmos que as expliquem melhor, tal como precisamos rejuvenescer a juventude.

Nossa geração atual de políticos fracassou. Apesar de tirar o Brasil da ditadura, estancar a inflação, fazer a economia crescer, avançar na liberação de costumes, criar programas assistenciais, aumentar o número de universitários, apesar de tudo isto, nós caímos na corrupção, não criamos coesão nacional, nem definimos rumo para a evolução nas próximas décadas. Com isso, provocamos um sentimento de desconfiança em relação aos políticos, à política e aos partidos.

Nestas condições, a crise econômica caminha para uma forma de desagregação social visível na violência generalizada, no descrédito político, na permanência da pobreza e da concentração de renda, na descrença dos jovens, na baixa produtividade e na falta de invenção na economia.

A próxima eleição de presidente, no prazo previsto ou antecipado por força da crise política, caminha para ser uma disputa entre políticos com ideias velhas e jovens militantes sem ideias próprias.

A política brasileira precisa substituir seus agentes atuais por jovens políticos. A maior dificuldade para esta renovação está na divisão da juventude: os que se recusam à ação política e preferem realizar seus projetos pessoais e aqueles que militam politicamente com ideias velhas. Os primeiros olham para frente sem ver o lado, os outros olham para trás sem perceber as mudanças em frente. Assistimos a parte dos jovens frustrados, sem motivação política; e jovens mobilizados, mas sem propostas transformadoras.

As recentes ocupações de escolas se mostraram contrárias a pequenos gestos modernizadores na educação. Não tinham o objetivo de defender avanços: fim do analfabetismo, garantia que os filhos dos pobres devem ter o direito de estudar na mesma escola dos filhos dos ricos.

Ao não propor novas ideias, a juventude militante passa a impressão de que está contra a modernização sem perceber a necessidade de mudanças e não parece sintonizada com o “espírito do tempo” das grandes transformações em marcha.

Apenas seguem palavras de ordem da geração anterior, que não foi capaz de apresentar ideias compatíveis com o futuro. Por outro lado, a juventude sintonizada com os avanços técnicos parece preferir cuidar de seus projetos pessoais.

Apesar de jovens, são militantes conservadores por omissão política e pela defesa de conceitos superados, alguns não entendem as necessidades de transformações sociais, outros reagem na contramão da rápida marcha rumo ao avanço técnico.

O Brasil corre o risco de estancamento se seus jovens ficarem alheios ao progresso social ou contrários ao progresso técnico; submissos às velhas lideranças e a velhos conceitos. O futuro precisa subverter as novas gerações, renovando-as para que se façam contemporâneas.

Um dos maiores desafios dos políticos do país é atrair os jovens para a militância e subverter suas ideias para formularem novos pensamentos, novas formas de organização e de militância, livres dos velhos conservadores saudosistas de um progressismo que ficou reacionário.

 

EM NOME DOS PAIS, de Matheus Leitão, pegou as listas de mais vendidos em sétimo lugar na Veja, em oitavo na Folha de S.Paulo e nono no PublishNews. Trata-se da assombrosa investigação que ele fez para descobrir quem foi o delator de seus pais, Míriam Leitão e Marcelo Netto, nos idos dos 70, quando os dois eram militantes do PCdoB. A investigação acabou lavando-o também aos depravados do Exército brasileiro responsáveis pelas terríveis torturas a que Míriam e Marcelo foram submetidos. O livro é um lançamento da Intrínseca.

http://www.publishnews.com.br/ranking/semanal/13/2017/5/26/0/0

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Continuam a sair críticas e análises sobre o ensaio de Sérgio Abranches, A ERA DO IMPREVISTO, lançado pela Companhia das Letras. Seguem aqui um artigo publicado na Gazeta de Vitória e outro da Folha de S.Paulo. Para o lançamento amanhã em BH, no quadro do projeto Sempre Um Papo, saiu também matéria no jornal O Tempo.

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José Roberto Walker, publicitário craque, fez um booktrailer lindo de morrer para o seu NEVE NA MANHÃ DE SÃO PAULO, romance biográfico que conta o caso trágico entre o modernista Oswald de Andrade e a normalista Daisy, feminista avan la lettre, amor que teve início numa manhã nevada em São Paulo, precisamente um século atrás. O livro reflete também o caso de amor eterno e infinito do autor com sua cidade.