Nosso Blog

O belo obituário de ROGÉRIA na Veja claramente inspirou-se na biografia escrita por Márcio Paschoal, lançada pela Sextante em outubro de 2016. No fim de semana passado, na Travessa-Botafogo, o livro de Márcio voltou à vitrine. Motivo triste, muito triste, mas é melhor assim, pois a narrativa de Márcio dá eternidade a Rogéria. Aliás, é como termina o obituário da revista:

“… Nunca renegou Astolfo: era seu nome e sua identidade primeira. Pois foi Astolfo Barroso Pinto quem morreu de uma prosaica infecção urinária. Rogéria apenas saiu de cena.”

Comentários ( 0 )

    Deixe um comentário

    O seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com *