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Volta e meia gente de esquerda chama os outros de fascistas. Devem achar que qualquer conservador ou liberal pode ser chamado de fascista e cometem um erro conceitual grosseiro.

Fascismo é um conceito histórico já bastante configurado. Envolve pessoas e grupos que não aceitam oposição ou divergência de ideias e comportamentos, muitas vezes incorporando também exclusão étnica, e acreditam que podem chegar ao poder por meio da imposição do medo pelo uso de ameaças e agressões físicas no espaço público ou invadindo o domínio privado do outro. Medo imposto pelas “tropas de choque” do movimento. No Brasil, só vejo atuação desse tipo da parte do PT, MST e MSTU entre outros agrupamentos da esquerda corporativista. Muitos vídeos na internet documentam essa afirmação.

Fascismo tem que ter base social. Se não tiver, não é fascismo. O comportamento de petistas ameaçando nossa brilhante e queridíssima cliente Míriam Leitão, uma das pessoas mais respeitadoras do outro que já conhecemos, é rigorosamente equivalente às gangues nazistas da década de 30. Lembremos a origem do termo nazista: nacional + socialista. É mais fácil tomar um esquerdista por fascista do que um liberal. Sem dizer que os liberais representem necessariamente tudo que é certo, eles são sim o verdadeiros antípodas dos fascistas.

Vamos estudar História, pessoal. Quem ainda não leu a coluna da Míriam de hoje no Globo, pode fazê-lo aqui.

LVB

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