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Depois de assistir a “Paulina”, no Estação, sábado dia 9 de julho, Anna Luiza foi dar nosso clássico cheque na exposição de livros VB&M na Travessa de Botafogo. Ficou satisfeita com a visibilidade de Martha Batalha, com A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO (Companhia das Letras); de Edney Silvestre, com WELCOME TO COPACABANA (Record);  de Miguel Sanches Neto, com A BÍBLIA DO CHE (Companhia); de Alberto Mussa com OS CONTOS COMPLETOS (Record); de Raphael Montes com DIAS PERFEITOS (Companhia); e de Betty Milan, com A MÃE ETERNA (Record).

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A exposição do Chico Azevedo foi motivo de especial alegria, porque não era só O ARROZ DE PALMA a figurar com destaque. Também muito bem exposto estava DOCE GABITO, um dos romances mais injustiçados da safra recente da literatura brasileira, que somente agora, quatro anos depois de publicado, começa realmente a deslanchar. A essa altura, o ARROZ, de 2008, já se tornou um clássico com mais de 50 mil exemplares vendidos e saindo cada vez mais do estoque da Record.

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De estrangeiros, ela encontrou bem colocados QUANDO FINALMENTE VOLTARÁ A SER COMO NUNCA FOI (Valentina), de Joachin Meyerhoff, a história do filho de um psiquiatra que é criado entre loucos de um hospício, e PAPEL DE PAREDE AMARELO (José Olympio), de Charlotte Perkins Gilman, um clássico da literatura feminista americana, que conta a vida de uma mulher praticamente mantida em cárcere privado pelo marido, no final do século 19.”

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