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Brasília - Leitura final do relatório do parecer do Impeachment, deputados da oposição comemoram o resultado do parecer (Valter Campanato/Agência Brasil)

Brasília – Leitura final do relatório do parecer do Impeachment, deputados da oposição comemoram o resultado do parecer (Valter Campanato/Agência Brasil)

Nos últimos dias de grande atividade da agência relacionada com a feira de Londres, tenho alternado (eu, Luciana) ações e emails em favor de clientes e autores e em benefício da própria VBM com mensagens aos deputados ainda indecisos no processo de impeachment, pedindo o voto pela expulsão de Dilma Roussef da presidência. Foi a metodologia que desenvolvi para continuar trabalhando sem cessar por nossos clientes, mas dando ao mesmo tempo uma contribuição mínima à luta pela salvação do Brasil.

A defesa do impeachment é uma questão de princípio. A presidente Dilma cometeu crimes de responsabilidade e outros, como desvio de finalidade e obstrução da Justiça, traindo seu eleitorado. O impeachment é o instrumento constitucional que temos para esses casos e representa a defesa das instituições e da democracia, mas há outros motivos para lutar em seu favor.

A crise econômica já devastou suficientemente o país, afetando duramente o mercado editorial, que nos interessa diretamente. A única maneira de sair da crise é remover do poder a incompetente e desonesta equipe econômica que provocou a volta da inflação, o desemprego galopante e o retorno do processo de concentração da renda. A literatura brasileira não terá o menor futuro a permanecer esse governo criminoso.

Finalmente, é urgente arrancar as garras do PT da máquina do Estado. Com o controle da máquina, os petistas são capazes de qualquer ação: censurar, obstruir a Justiça, manipular orçamentos, manietar Judiciário e a mídia independente. De novo, o escritor livre e independente não terá o menor futuro sob o petismo.

Se a esquerda do bem terá que retomar do zero sua luta pelas plataformas sociais sob um governo de Michel Temer, a permanecer sob o petismo estaremos partindo de -10, -100. O petismo no Brasil – assim como foi o stalinismo na antiga União Soviética – representa a absoluta negação dos interesses populares, e o povo por décadas adiante há de abominar todo o vocabulário da esquerda: socialismo, sindicatos, etc. Os ideólogos do governo são stalinistas, inclusive e principalmente os que formularam o mentiroso slogan “contra o golpe”, e breve pesquisa no Google comprovará essa afirmação com links e posts recentes.

Aos autores e seguidores que concordam comigo, peço que também escrevam aos deputados indecisos. Já escrevi cartas personalizadas para os seguintes congressistas: Alexandre Molon (RJ/Rede_dep.alexandremolon@camara.leg.br), Altineu Cortes (RJ/PR _ dep.altineucortes@camara.leg.br), Brunny Gomes (MG/PTC _ brunny@camara.leg.br), Hermes Parcianello (PR/PMDB _dep.hermesparcianello@camara.leg.br), Lazaro Botelho (TO/PP _ dep.lazarobotelho@camara.leg.br), José Nunes (BA/PSD – dep.josenunes@camara.leg.br) e Paulo Feijó (RJ/PR _ dep.paulofeijo@camara.leg.br). Garanto que nos sentimos muito melhor quando investimos nosso tempo em uma ação política a favor da coletividade.

Comentários ( 1 )

  • RUY CAMARA diz:

    GOLPE OU DESESPERO?
    Inconformados com a remoção de Dilma, de Lula e da petralhada ordinária do poder, os petistas desesperados e a esquerda parasitária continuam repetindo e propagandeando que a queda de Dilma foi um GOLPE das ELITES conservadores e golpistas do Brasil.
    Dizem eles: “É golpe tirar uma ‘presidenta’ que foi eleita democraticamente com 54 milhões de votos.
    Ora, eu desmantelo essa falácia tola e ordinária em poucas linhas. Vejamos:
    Quem era Dilma antes das eleições de 2010?
    Era uma mera desconhecida do 2º escalão que não tinha a confiança, nem a preferência do PT, e era odiada pela base aliada que sustentava Lula.
    Dilma, por ela mesma, nunca teve votos sequer para se eleger líder comunitária em Messejana, como foi dito por mim em 2010 ao Jornal “El Mundo”, da Espanha.
    Ocorreu que os nomes da preferência de Lula e do PT (Dirceu e Pallocci) caiaram em desgraça e desceram pelos ralos do Mensalão, e como não havia nomes de peso ou fichas limpas para suceder Lula, Dilma apareceu em cena como que por geração espontânea e logo inventaram que ela era a “grande gerentona dos programas sociais e mãe do PAC.
    Obvio que Lula e os petistas sabiam que Dilma não venceria as eleições com seu discurso desnorteado e com um currículo tão sujo, cuidaram de manter o PMDB na chapa petista e deram a Michel Temer a vice-presidência da República.
    Nas eleições de 2014, dos 142 milhões de eleitores aptos para votar, 112 milhões votaram e 30 milhões não compareceram às urnas. Dos 112 milhões de votos apurados, 105 milhões faram válidos e 7 milhões inválidos (em branco e nulos). Aécio e Aluísio Nunes receberam 51 milhões. Dilma e Michel Temer receberam 54 milhões. Ou seja, 88 milhões de eleitores não votaram em Dilma.
    Resultado: Dilma venceu as eleições com uma vantagem muito apertada, mas quem deu votos foram, Lula (ainda no auge da popularidade) e os caciques do PMDB com seus milhares de vereadores, prefeitos, deputados, senadores e militantes. Sem o suporte do PMDB, nem Lula, nem Dilma, teriam sido eleitos.
    A verdade dura se impõe. É certo que Dilma subiu no cadafalso no dia em que 367 deputados federais (dos 512) de todos os partidos, democraticamente votaram pela remoção da dama do desastre brasileiro; e juntamente com Lula e o PT foi decapitada politicamente por decisão de 55 senadores da República, muitos deles da base aliada.
    Portanto, acusar a oposição e a sociedade de golpista, é uma mentira, uma cretinice ordinária que não se sustenta nem mesmo nos cérebros obtusos dos petistas e da esquerda parasitária que há 13 anos vive principescamente às expensas do contribuinte e dos trabalhadores.
    Dilma foi levada ao calvário pelo próprio PT e foi decapitada politicamente por vontade expressada nas ruas pela imensa maioria do povo brasileiro; seja pelas suas mentiras continuadas; pela má-fé dos discurso atabalhoados; pelo calote eleitoral mais cretino da história do país; pelo déficit de confiança; pela jumentice crônica; pela incapacidade gerencial; pelos crimes de “irresponsabilidade”; pela cumplicidade e conivência com o chefão da organização criminosa que pretendia se perpetuarem no poder dilapidando e pilhando os cofres públicos; e principalmente pelo canibalismo e delações das quadrilhas que atuavam no seu governo e dentro do próprio PT, partido que Lula e Dilma transformaram na mais sórdida teia criminosa que se tem notícia no planeta.

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