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A excelente publicação The Atlantic traz uma reportagem e um perfil sobre o italiano Mario Marazziti, o grande ativista contra a pena de morte em todo o mundo, autor de 13 WAYS OF LOOKING AT THE DEATH PENALTY, livro que representamos no Brasil para a Seven Stories Press. O artigo dá destaque ao fato de os Estados Unidos estarem pessimamente acompanhados: China, Irã, Iraque (que, diga-se, enfrenta guerra em seu território), Arábia Saudita e Indonésia são alguns dos outros países que ainda aplicam a pena de morte.

No mundo todo, 105 países já aboliram a pena de morte oficial, e 43 declararam moratória para a sentença _ entre estes, Gabão, Mongólia, Camboja, Quirguistão, Albânia e Rússia. Cuba, neste momento, não tem nenhum condenado à morte. Já nos EUA, onde o Estado matou oficialmente 1.400 americanos desde 1976, o estado de Utah é o mais espantoso, restituindo a morte por esquadrão de fuzilamento.

Quando a pena recai sobre um monstro como Dzhokar Tsarnaev, o terrorista da maratona de Boston, tendemos a mirar só a árvore em vez da floresta e a pensar que talvez a sentença fatal não seja tão bárbara, mas até justa. Mas se lembrarmos quantas vezes a Justiça já errou em sua condenações e a irreversibilidade da pena de morte, veremos que em lugar nenhum do mundo ela pode vigorar. Nem nos EUA, nem _ jamais _ no Brasil.

This man came from Rome to show Americans why the death penalty is wrong

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